terça-feira, 27 de agosto de 2013

Prefeito é obrigado a demitir familiares, Ministério Público as vezes atua

Prefeito James Ribeiro (PSDB)/Foto: Sandro Lima
O prazo de dez dias nem expirou e o prefeito James Ribeiro (PSDB), de Palmeira dos Índios, encaminhou a documentação exonerando seus familiares que trabalhavam em sua gestão. A promotora Salete Adorno Ferreira deu dez dias, a contar da semana passada para que o gestor demitisse seus parentes.
As acusações de nepotismo puro e cruzado na administração de James Ribeiro (PSDB) foram denunciadas pela reportagem do jornal Tribuna Independente, relatando que pessoas de sua família recebiam altos salários, inclusive, a prática estava explícita no Portal da Transparência. Mesmo assim, a Câmara de Vereadores fechou os olhos para uma questão tão relevante do serviço público.
A prática nefasta e que impede os rumos da democracia nas administrações municipais pode ter sido sanada, ao menos em Palmeira dos Índios, após a demissão dos parentes do prefeito.
Análise
A promotora Salete Adorno Ferreira afirmou que a promotoria só poderá se pronunciar com mais precisão sobre o caso de nepotismo em Palmeira dos Índios quando analisar a documentação com rigor.
“Dois dias depois que a decisão da promotoria foi publicada, o prefeito James Ribeiro mandou tudo o que foi requerido. Me pronunciarei na próxima semana quando verificar a documentação, porém, eu vi que no texto estava escrita a palavra exoneração. É um sinal de que ele cumpriu a decisão” garante Salete.
A análise nos documento enviados pela Secretaria de Administração será feita com a ajuda do Núcleo de Defesa do Patrimônio do Ministério Público, com especialistas em constatar o crime de improbidade administrativa em gestões municipais.

Fonte: Tribuna Independente

Sérgio Jucá e os três encontros com a elite parasita de Alagoas

No rastro da frase “parasitas da alta sociedade”, do Procurador Geral de Justiça, Sérgio Jucá – sobre os
falsos trabalhadores da Assembleia Legislativa de Alagoas – lembro de três casos:

--Na entrega, no ano passado (2012), do Prêmio Expressão Alagoana, uma jornalista e eu passamos por esta situação: um dos nossos usineiros, de nome tradicionalíssimo – não admitia ficar de pé no Teatro Deodoro. Também se recusava a sentar nas cadeiras detrás. Tentaram intimidar a jornalista, que chefiava o cerimonial do prêmio. Lúcia, deu uma resposta corajosa: “Desculpe, as cadeiras não tem os nomes das pessoas e elas chegaram primeiro”.

--Na inauguração do centro de Convenções (ano de 2005), fui pautado pelo editor-geral da Gazeta, Célio Gomes, para cobrir a festança. Me chamou atenção que algumas “pessoas da comunidade” – os nossos miseráveis ou pobres – foram chamadas e como a assessoria do ex-governador Ronaldo Lessa monitorava esse pessoal. “Olhem para que eles não sujem as paredes”.

--O outro fato é mais antigo: reinauguração do Teatro Deodoro, final da década de 90. Uma determinação (absurda) de só serem apresentados espetáculos mais caros. O motivo¿ Só se for para afastar a pobreza. Funcionou assim por alguns meses. Na TV Gazeta, uma matéria mostrava como a nossa elite trata o bem público: o teatro precisava de pequenas reformas porque ela mesma havia destruído nossa jóia das artes cênicas.

Ao ouvir a frase de Sérgio Jucá, me impressiona a vitalidade de nossa elite – de fino gosto europeu e tão implacável quanto racista.

E como nossa elite quer ser reverenciada pelos títulos do passado. Inclusive o parasitário.


Por Odilon Rios/Fonte: Repórter Alagoas

Absurdo: Aneel aumenta conta de luz em Alagoas


Como se não bastasse o alto preço que o alagoano paga pela energia elétrica, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (27/ago/2013) aumento médio de 3,26% na tarifa de energia da Eletrobrás Distribuição Alagoas - CEAL, distribuidora que atende ao Estado de Alagoas. O reajuste começa a valer nesta quarta-feira (28/ago/2013).

Para os consumidores de baixa tensão (residências e pequeno comércio), o aumento será de 1,46%. Já para a alta tensão (indústria e grandes empresas consumidoras), será de 5,58%.

A decisão se deve ao terceiro ciclo de revisão tarifária da antiga Companhia Energética de Alagoas (Ceal), hoje Eletrobras Distribuição Alagoas. Esse processo é feito, em média, a cada quatro anos pela Aneel com todas as distribuidoras de energia do país e tem o objetivo de repassar aos consumidores os ganhos obtidos por essas concessionárias com melhorias na produtividade e eficiência. Normalmente, a revisão tarifária resulta em redução na conta de luz.

Além do ciclo de revisão tarifária, todos os anos a Aneel também faz o reajuste no valor da tarifa das distribuidoras, quando leva em consideração, entre outros, o índice de inflação.

sábado, 24 de agosto de 2013

Lojas Insinuante se negam a fornecer água para funcionários, MPT ajuíza ação contra loja

Foto: Adailson Calheiros
A juíza da 8ª Vara do Trabalho de Maceió, Adriana Maria Câmara de Oliveira, concedeu pedido de antecipação de tutela, referente à ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas contra as Lojas Insinuante. 
A empresa foi obrigada a fornecer, no prazo de cinco dias, água potável para o consumo de todos os empregados, não podendo ser cobrado deles o seu fornecimento.
A empresa tem de fornecer água potável, filtrada e fresca na proporção de um bebedouro para cada 50 empregados, em quantidade superior a 250 ml por hora/homem trabalho, e não podendo cobrar de seus funcionários o seu fornecimento. Em caso de descumprimento da obrigação, será aplicada uma multa no valor de R$ 50 mil, acrescida de mil reais por cada trabalhador atingido, cumulativa e renovável a cada constatação.
Durante inspeção, foi constatado que algumas lojas da Insinuante em Maceió interromperam o fornecimento de água mineral para seus funcionários. Os botijões de água eram comprados pelos próprios empregados, que realizavam cotas para a aquisição de água mineral na filial do Centro e em outras filiais, inclusive a localizada no Maceió Shopping.
A empresa não mostrou interesse em firmar Termo de Ajustamento de Conduta(TAC) com o MPT para adequar as irregularidades, em virtude disso a ação foi ajuizada.
O MPT requer a condenação definitiva das Lojas Insinuante em caráter inibitório, a fim de que a ilegalidade não se repita. Em caso de descumprimento da obrigação, a empresa poderá pagar R$ 50 mil de multa, acrescido de mil reais por cada trabalhador atingido, cumulativa e renovável a cada constatação. Como indenização por danos morais coletivos, o MPT requer o pagamento de R$ 500 mil, que será destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Fonte: MPT/AL

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Vídeo: Construção histórica da Praia da Avenida é demolida pela prefeitura de Maceió

Antigo posto de salvamento da Praia da Avenida
Foto: Maceió Antiga/facebook

Por volta das 15h desta sexta-feira, 09 de agosto de 2013, uma antiga e histórica edificação construída na praia da Avenida na década de 70, em frente ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT), foi demolida pela prefeitura de Maceió. 

Segundo um trabalhador que estava no local e não quis se identificar, "a prefeitura derrubou essa construção porque muita gente usava o local para usar drogas", afirmou o trabalhador.

Se essa for a solução para problemas desse tipo, será preciso demolir algumas Secretarias Municipais e com os secretários dentro!

Se isso for a justificativa da prefeitura de maceió, seria uma 'justificativa' absurda, no mínimo.



Reformado em 2012.

HISTÓRICO DA CONSTRUÇÃO

Existem relatos que a construção data de 1975; que "O arquiteto que fez o projeto arquitetônico desse posto veio do Rio de Janeiro, exclusivamente, para tal fim. Acontece que aqui em Maceió conheceu aquela que viria a ser sua esposa. Casou, teve vários filhos e não voltou mais para o Rio de Janeiro; já falecido. Seu nome era Anselmo Botelho." (Fonte: Maceió Antiga/facebook)






Matéria-Vídeo exclusivo do Alagoas na Contra Mão repercute e pauta outros veículos de comunicação da imprensa alagoana.
Confira:
1) http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=347560&e=13;
2) http://g1.globo.com/al/alagoas/altv-1edicao/videos/t/edicoes/v/antigo-posto-de-salvamento-da-praia-da-avenida-e-demolido/2763040/

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Promotoria da Fazenda Pública solicita afastamento de 891 servidores do Sistema Penitênciário

O Ministério Público Estadual de Alagoas ingressou, na tarde desta quarta-feira (07), com uma ação civil pública por obrigação de fazer contra o Estado de Alagoas. Através da 17ª Promotoria da Fazenda
Pública Estadual, o promotor de Justiça Coaracy Fonseca pede o afastamento imediato de 891 servidores que estão trabalhando no sistema prisional de forma irregular.
Eles prestam serviços nas penitenciárias alagoanas, na capital e no interior, de maneira ilegal porque não foram admitidos através de concurso público. Como sugestão para a substituição de parte desses servidores, o MP/AL lembra que existem militares desviados de suas funções e opina para que eles sejam lotados nas unidades prisionais para desempenhar o papel de agente.
De acordo com o ação civil pública, as contratações promovidas pela Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap) se deram “ao arrepio da lei e da Constituição Federal, com evidentes prejuízos à legalidade à impessoalidade” e, por conta disso, a instituição “dispõe da perfeita legitimidade para o ataque das referidas condutas administrativas”.
“Ainda que fossem temporárias, as admissões sem concurso público já vêm se arrastando seguidamente há muitos anos e gestões, o que evidencia a necessidade permanente de a Secretaria de Estado da Defesa Social contar em seus quadros com um quantitativo de servidores compatível à demanda, o que não pode ser suprido mediante contratações temporárias, mas, sim, por meio da efetivação de concurso público. Enfim, premente é a necessidade do Estado de Alagas de equipar a gestão da Segurança Pública com recursos humanos suficientes, assegurando padrão de qualidade na execução dos programas atinentes aos serviços no âmbito da administração penitenciária”, diz um trecho da ação.
Contratos nulos e pedido para realização de concurso
A ação da 17ª Promotoria da Fazenda Pública Estadual argumenta que a admissão de funcionários para cargos efetivos existentes no quadro funcional de um órgão público é “absolutamente inconstitucional e nula” e, com base nesse fundamento, ela pede o “imediato afastamento de todos os servidores contratados em desrespeito às normas constitucionais” e, inclusive, alega que tais funcionários estão “a ocupar cargos, como reconhece a própria Administração, através de 'contratos verbais', nulos de pleno direito, portanto”.
Ao solicitar que o Estado promova, por exemplo, a realização de certame para o cargo de agente penitenciário, o promotor de Justiça Coaracy Fonseca justifica: “o concurso público corresponde a forma mais democrática e legítima de seleção de pessoal, na medida em que enseja a igualdade de oportunidades na disputa de cargos ou empregos na Administração Pública, selecionando, assim, os melhores candidatos, conforme aptidões pessoais, para a satisfação dos interesses públicos. Pretende-se, assim, extirpar discriminações subjetivas e privilégios injustificáveis”, argumenta ele.
“O certame evita a utilização pela autoridade de 'fatores suspeitos' que violam direitos fundamentais. Por isso, não se deve olvidar que a admissão de pessoal sem concurso pode servir como instrumento político, o que se torna ainda mais perigoso por se tratar do sistema penitenciário. Deve-se evitar qualquer mecanismo que dê azo a posturas de clientelismo e apadrinhamento no ingresso ao serviço público. E, ainda, além de ilegal, tal conduta do administrador público é arbitrária e atenta contra os postulados basilares do Estado Democrático de Direito”, completa a autoridade ministerial.
Os cargos ocupados ilegalmente são de agente penitenciário, cozinheiro, motorista, profissionais de saúde, advogados, engenheiros, dentre outros.
Responsabilidades dos gestores em apuração
A ação civil pública explica também que a “prática abusiva” de contratação ilegal vigorou por anos, continua se perpetuando e, para tentar responsabilizar os gestores que não adotaram as medidas cabíveis no sentindo de pôr fim a ela, existe um inquérito civil público em andamento. “São responsáveis por ela tanto os superintendentes que por ali passaram, quanto os titulares da Secretaria de Estado de Defesa Social, a saber, os senhores Dário César Barros Cavalcante, José Paulo Rubim Rodrigues, Luiz do Nascimento Bugarin e Carlos Alberto Luna dos Santos, atual superintende geral de Administração Penitenciária. O escrutínio (apuração) das condutas dessas autoridades será realizado com a ponderação necessária, entretanto, dúvidas não existem quanto à ilegalidade dos atos e omissões esmiuçados”, detalha outro trecho do documento.
No entanto, antes de ajuizar tal ação civil pública e começar a investigar a conduta dos titulares dos cargos já referidos, Coaracy Fonseca lembra que, por várias vezes, encaminhou “recomendação concedendo tempo suficiente para os ajustes administrativos, inclusive, com dilação de prazo. No entanto, a Administração Pública manteve-se inerte, nada obstante as várias alternativas legais, inclusive, a do concurso público, para a resolução do grave problema jurídico e social. O risco à sociedade é patente”, alegou ele.
Sobre tal assunto, as investigações no MP/AL começaram ainda em 2010, através do inquérito civil público nº 006/2010.
Pedido de antecipação dos efeitos de tutela
Antes mesmo de solicitar o julgamento do mérito da ação, o MP/AL já pede, em caráter liminar, que a Justiça obrigue ao Estado a demitir os agentes contratados de forma ilegal. “Tendo em vista os argumentos apresentados, é imperiosa a concessão de medida liminar antecipatória dos efeitos de tutela a fim de compelir o Estado a afastar os servidores contratados irregularmente e abster-se de realizar novas contratações irregulares, sem prévia aprovação em concurso público”, argumentou a promotoria.
“Tais admissões irregulares podem comprometer, por conseguinte, toda a segurança pública, já que se desconhece a capacidade técnica dos funcionários, a qualificação e a procedência dos mesmos, muitos que, inclusive, portam armas de fogo no ambiente laboral, conforme noticia o próprio Sindicato dos Agentes Penitenciários, através do ofício nº 056/GP/2013”, continua o órgão ministerial.
MPAL sugere que PMs em desvio de função trabalhem no sistema
Ainda no corpo da ação civil pública, a 17ª Promotoria da Fazenda Pública Estadual sugere que as vagas a serem desocupadas sejam preenchidas, de forma emergencial, por policiais militares. “A Administração Pública teve tempo mais que suficiente para a realização de outros concursos públicos ou para a busca de alternativas legais, não podendo alegar qualquer prejuízo na prestação dos serviços com afastamento dos servidores contratados ilegalmente. Demais, disso, existem inúmeros militares em vários órgãos e entidades do Estado, a exemplo do Detran/AL, em flagrante desvio de função”.
E conclui, alertando: “São fatos notórios, veiculados quase que semanalmente pelos jornais locais, que criminosos da mais alta periculosidade se encontram recolhidos no sistema penitenciário alagoano, sendo razoável ventilar a possibilidade, em razão da ausência de critérios legais e constitucionais para a admissão de pessoal, que organizações criminosas possam inserir seus comparsas no âmbito do sistema, pondo em risco a própria população carcerária e a sociedade alagoana”.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Prefeito de Roteiro recebeu dinheiro da ALE antes da eleição de 2012

Wladimir Chaves de Brito (PDT),  prefeito eleito de Roteiro
O prefeito eleito de Roteiro, localizado no Litoral Sul de Alagoas,  Wladimir Chaves de Brito (PDT), pode ter seu mandato ameaçado após ser descoberto que ele teria recebido dois repasses da Assembleia Legislativa de Alagoas, totalizando R$ 22 mil reais exatamente um mês antes da eleição.

As informações sobre os repasses ao prefeito de Roteiro estão nos documentos entregues pela Caixa Econômica Federal ao deputado João Henrique Caldas, referentes aos pagamentos feitos pelo Poder Legislativo Alagoano nos anos de 2010, 2011 e 2012.
No caso específico de Wladimir Chaves Brito, teria recebido ao longo de 2012, 13 repasses que totalizaram R$ 159.443, 83. Mas estes passes não foram seguidos. Ele recebeu três em janeiro, continuou recebendo até junho e depois teve os repasses interrompidos, voltando a receber um mês antes da eleição, em setembro.
O problema, é que pela lei eleitoral, o funcionário comissionado tem que ter sua exoneração publicada com antecedência mínima de três meses ao pleito eleitoral, para que não se enquadre na inelegibilidade descrita no artigo 1º , inciso II , alínea l da Lei Complementar n.º 64 /90
Um grupo de partidos que foram o grupo de oposição ao prefeito deve formalizar o pedido de cassação de Wladimir Chaves de Brito a procuradoria eleitoral.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Filho de ex-governador de AL é procurado por assassinato


Há quem diga que os pais são os espelhos dos filhos!

O filho do ex-governador de Alagoas, Geraldo Bulhões, Guilherme Bulhões, está sendo procurado pela polícia civil e já é considerado foragido pelas autoridades. O acusado-empresário foi denunciado pelo Ministério Público do Estado (MPE) como mandante dos assassinatos dos jovens envolvidos na 'Operação Playboy', Edivaldo Polido Lins Neto, 26 anos, e Sylvio Bismark Ângelo, 24 anos, ocorridas em 10 de julho deste ano. Os corpos foram encontrados das vítimas foram encontrados em Satuba.
Segundo a coordenadora da Divisão Especial de Investigação e Captura (Deic) Ana Luiza Nogueira, Guilherme Bulhões teria mandado matar os jovens Edivaldo Polido Lins e Sylvio Bismark por te sido vítima da quadrilha especializada em seqüestro relâmpagos, que os dois integravam. Ainda segundo as investigações, Guilherme Bulhões teria contratado o policial militar Joseildo Ferreira Cavalcanti, que está preso desde o mês passado, para executar o crime.
As investigações feitas pela polícia nos levaram ao Guilherme Bulhões como o mandante do crime que tirou a vida dos jovens integrantes da quadrilha especializada em sequestro relâmpago em Maceió, desbaratada na Operação Playboy. O mandado de prisão foi expedido pela justiça, uma equipe de policiais está tentando localizar o acusado, mas as informações que temos é que ele não estaria mais no Estado”, declarou Ana Luiza Nogueira.
ENTENDA O CASO

Operação da Polícia Civil prende playboys sequestradores - Confira as fotos: http://alagoasnacontramao.blogspot.com.br/2013/07/operacao-da-policia-civil-prende.html



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Irmãos de Antônio Alburquerque roubaram R$ 6 Milhões, diz Ministério Público

Deputado Antônio Albuquerque, preso em 2007 por roubo de R$ 302 milhões

Irmãos do vice-presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), deputado Antônio Albuquerque (PTdoB), são acusados de roubar R$ 6 milhões dos cofres da prefeitura de Limoeiro de Anadia, agreste alagoano, município à 105 km de Maceió, terra do deputado e base política dos Albuquerque.

A ação foi movida pelo Ministério Público Estadual e acatada pelo juiz Phillipe Melo de Alcântara Falcão, que decretou a indisponibilidade dos bens do ex-prefeito Jorge Nivaldo Ribeiro de Albuquerquedo ex-secretário Rafael Ribeiro de Albuquerquealém de Luiz Eduardo Lopes Cavalcanti, Sebastião Vieira de Souza, Sidnaldo Vieira de Souza, José Alberto Oliveira Silva e Edjaria Elpídia Silva Santos. 

De acordo com as investigações do Ministério Público - que ingressou com pedido liminar, em ação civil pública pela prática de ato de improbidade administrativa, proposta pela Promotoria de Justiça do município de Limoeiro de Anadia e pelo Núcleo de Defesa do Patrimônio Público -, sob o comando do ex-gestor Nivaldo Ribeiro, R$ 5.887.351,19 foram desviados das contas da Prefeitura de Limoeiro de Anadia, no Agreste alagoano, entre os anos de 2005 a 2008. As investigações tiveram início ainda em 2012.

As fraudes aconteciam através da emissão de empenhos, ordens de pagamento e atestados de recebimento de bens e emissão de cheques. Para comprovar o modo criminoso de atuação dos acusados, os promotores de Justiça analisaram 833 notas fiscais e recibos falsos. Todos eles são referentes a supostas despesas para aquisição de produtos diversos. Somados, os mesmos representam o montante indevidamente sacado para pagamento, sem o regular documento fiscal comprobatório.


Após longa investigação, a Promotoria de Limoeiro de Anadia e o Núcleo de Defesa do Patrimônio Público constataram que tais notas e recibos não tinham qualquer validade, fato que foi confirmado por perícia técnica realizada pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Além disso, as empresas que tiveram documentos falsificados em seus nomes confirmaram ao Ministério Público que jamais venderam mercadorias àquele Município.


Segredo de Justiça

A instrução da ação civil pública por ato de improbidade administrativa deverá ter início nos próximos dias. Entretanto, o magistrado decretou segredo de justiça na sua tramitação porque as investigações envolvem quebras de sigilos.

“Nós ficamos escandalizados diante da grandiosidade da fraude. E os desvios parecem que não param por aí. As investigações continuam, só que, dessa vez, com relação a outros tipos de crime. Há fortes indícios que indicam que um valor maior do que aquele até agora encontrado também fora desviado dos cofres da Prefeitura de Limoeiro de Anadia”, explicou José Carlos Castro, coordenador do Núcleo de Defesa do Patrimônio Público do MP/AL.


Caso condenados por tais atos, os acusados poderão ser punidos com a perda da função pública, caso estejam exercendo-as no dia do julgamento, a suspensão de direitos políticos por até 10 anos, além do pagamento de multa e do ressarcimento dos danos causados ao erário. A ação recebeu o nº 0000400-78.2013.8.02.0017.


“Ainda é importante informar que, em paralelo, o Ministério Público ofertou uma ação penal contra os mesmos acusados, que agora também respondem pelos crimes de responsabilidade, falsidade ideológica, uso de documento falso e formação de quadrilha”, acrescentou José Carlos Castro.

sábado, 27 de julho de 2013

Retrato falado de estuprador é divulgado pela Polícia Civil

Por Ascom PC

A Delegada Bárbara Arraes, titular da Delegacia Especial dos Crimes Contra Crianças e Adolescentes da Capital (DCCA), divulgou na quarta-feira (24/julho/2013), o retrato falado de um estuprador que agia em Maceió.
O crime foi cometido no ultimo sábado (20), e teve como vítima uma menor de 17 anos que foi violentada no Bairro do Feitosa. 
Segundo informações policiais, o fato ocorreu por volta das 21:30h , quando a garota foi deixar o namorado no ponto ônibus e na volta, um elemento em um carro Fiat Uno, marrom, forçou ela a entrar no automóvel, e a levou para uma rua no bairro onde a abordou. A menina informou que ele, logo em seguida a estuprou, e depois a deixou em um local próximo onde ocorreu.
O retrato falado mostra um homem forte, um pouco acima do peso na região do abdômen, moreno, e que deve ter entre 1,66 e 1,74 metros, devendo possuir idade entre 36 a 45 anos.
As investigações sobre o crime continuam em andamento. A elaboração da imagem mostra a agilidade da delegada e da equipe da (DCCA), que solicitou em apenas três dias ao Tático Integrado de Grupos de Resgates Especiais (Tigre) da Policia Civil de Alagoas  que o retrato falado fosse feito.
A delegada pede que quem possuir informações sobre o acusado, deve ligar para a delegacia no telefone 33159941, ou para o Disque Denúncia da Policia Civil, no 181. O anonimato de quem colaborar é garantido.

Reportagem indicada por: Web Rádio Maceió

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Marcos Santos é preso por mandar matar secretário de Traipu

Marcos Santos entrando no camburão da polícia / Foto: Tudo na hora

Marcos Santos já um velho conhecido da polícia. Criminoso perigoso e amigo político de almas sebosas como Fernando Collor (senador PTB/AL) e Francisco Tenório (deputado federal PMN/AL), conhece a cadeia tão bem como poucos, foi preso e solto por crimes gravíssimos tantas vezes que dá a impressão que a polícia e o judiciário alagoano parecem competentes em produzir grandes espetáculos prisionais. Marcos Santos foi condenado a 20 anos de prisão em setembro de 2012, continua solto e debochando da sociedade e da falta de poder judiciário.  
Mais uma vez de novo, o ex-prefeito de Traipu, Marcos Santos, foi preso na madrugada de quarta-feira (24/07/2013), pela Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic), da Polícia Civil, a pedido do Ministério Público Estadual. Desta vez, a acusação que recai sobre o ex-gestor é a autoria no crime contra o ex-secretário municipal de Turismo e Eventos da cidade, José Valter Matos Palmeira, assassinado em 15 de maio de 2011.
Marcos Santos deve ficar detido 30 dias, entretanto, o Ministério Público estuda a possibilidade de pedir a prisão preventiva. Segundo o MPE, o procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, indicará por meio de publicação no Diário Oficial, que três promotores atuem no caso.
Santos foi encaminhado à sede da Delegacia Geral de Polícia Civil, no bairro de Jacarecica, para que todos os procedimentos legais fossem realizados.
O delato
A Polícia Civil conseguiu prender Marcos Santos em sua residência no bairro da Jatiúca. Não houve reação por parte do ex-prefeito.
A prisão ocorreu após os depoimentos de Erivan Alves dos Santos, acusado de ser o autor material do crime, até então foragido em São Paulo.
De acordo com o comunicado da PC, mais informações sobre o caso deve ser concedida ainda na manhã desta quarta-feira.
Mais cedo, o secretário de Defesa Social, publicou em seu Facebook, que os crimes de mando em Alagoas estão sendo investigados.
“Em Alagoas não daremos trégua ao crime de mando: a Polícia Civil de Alagoas acabou de prender o ex-prefeito Marcos Santos, de Traipu, como autor intelectual do assassinato do secretário de Turismo da cidade! Erivan, preso em São Paulo, pela PC de Alagoas, foi ouvido e assumiu a autoria material e apontou o ex-prefeito como mandante do crime!"

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Vereador é assassinado em Girau do Ponciano

Utilizando-se de uma motocicleta, dois homens, em uma ação rápida, executaram, à tiros, o vereador Jailton da Costa Gama (PMDB). O parlamentar morava na cidade de Girau do Ponciano, município do Agreste alagoano, à 153 km de Maceió, onde mantinha o mandato político.
O assassinato ocorreu por volta das 18h30, de sábado (20/07/2013), no momento em que Jailton seguia à pé, próximo ao Matadouro Público, para a casa de sua irmã que fica na mesma rua.
De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Militar, os dois executores não identificados, se aproximaram do vereador e começaram a atirar, sem chance de defesa.
Após os disparos, os dois fugiram na motocicleta em alta velocidade, com destino ao Sítio Poço e Distrito Canafístula do Cipriano.
O crime ocorreu na Travessa Amazonas, bairro Nossa Senhora da Conceição, naquele município.
Uma viatura da Guarnição da Companhia de Polícia Militar da cidade isolou a área e acionou a Polícia Civil e o Instituto de Criminalística para iniciar a perícia   do  local e no corpo da vítima.
Jailton Agripino, como era conhecido, era filiado ao PMDB e foi eleito no pleito de 2012 com 888 votos. Ele era pai da ex-vereadora Marcia do Jailton, que cumpriu seu mandato até ás últimas eleições, onde passou apoiar o pai que acabou sendo eleito.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Exclusivo: Tentativa de homicídio faz mais uma vítima no bairro do Prado

Fotos via celular
A violência não para em Alagoas. Por volta de 00h10 min desta terça-feira (16/07/2013), Rodrigo Ribeiro Cerqueira, 26 anos de idade, foi alvejado por três disparos, em frente ao 
terminal de ônibus Afrânio Jorge, próximo a praça da Faculdade, bairro do Prado, em Maceió.

Segundo testemunhas, um carro Uno, de cor escura e vidro fumê, com dois ocupantes e placa não anotada, que rondava a região, parou por trás do terminal, quando o passageiro desceu e disparou quatro vezes contra a vítima, que estava distraída urinando no terminal.

 Ainda segundo as testemunhas, a vítima correu em direção a praça da
Faculdade, foi atingida e caiu na calçada onde estavam muitos clientes e trabalhadores ambulantes que comercializam naquela área. Os acusados fugiram.

Após cerca de 10 min, uma viatura da Polícia Militar (Radio Patrulha) chegou ao local, onde ficou aguardando cerca de 30 min a viatura do SAMU.

A vítima foi socorrida com vida para o Hospital Geral do Estado. 

A população do bairro do Prado, em pânico, assistiu toda aquela violência e pediu justiça para todos os crimes que vem acontecendo no local.

"Não aguentamos mais isso", afirmou um comerciante do local, que com
medo preferiu não se identificar.

domingo, 14 de julho de 2013

Prefeito e Vice tem mandatos cassados em Olho D'Água do Casado

Prefeito cassado de Olho D'Água do Casado
A justiça eleitoral cassou o mandato do prefeito de Olho D'Água do Casado, José Gualberto Pereira (PSDB) e da vice-prefeita Rosa Alencar. O município sertanejo fica localizado a 277 km da capital. 

Recai sobre o gestor a omissão quanto à prestação de contas referente a recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Essa ação, de autoria do procurador da República José Godoy Bezerra de Souza, teve como origem denúncia feita pelo próprio José Gualberto contra o ex-prefeito do município, Wellington Damasceno Freitas (2005/2008). O atual gestor acusava Wellington Damasceno por não prestar contas sobre valores do FNDE, no exercício de 2008.

O convênio entre a prefeitura e o Ministério da Educação, no valor de R$ 125.482,50, tinha como finalidade a compra de um transporte escolar, amparada no Programa do Caminho da Escola (governo federal). A prestação de contas deveria ter sido feita até 19 de março de 2009. Em 1º de janeiro do mesmo ano, José Gualberto assumiu o comando da prefeitura.

Para o representante do MPF, apesar do convênio ter sido firmado na gestão de Wellington Damasceno, a prestação de contas era de responsabilidade de José Gualberto. “O atual prefeito, somente dois meses após findo o prazo e mais de cinco meses depois de ingressar na administração do município, ofertou representação em desfavor de Wellington Damasceno”, explica José Godoy.

Consta na ação que a secretária de educação do município, Marizete Oliveira Rocha, admitiu que os documentos necessários para a prestação foram encontrados na prefeitura em setembro de 2011. No entanto, a mesma não foi enviada no prazo estabelecido pelo Ministério da Educação. “José Gualberto optou por representar o ex-prefeito a prestar contas perante o órgão competente”, afirma o procurador.

José Godoy ainda esclarece: “a representação ofertada por José Gualberto mostrou-se inócua e tendenciosa, uma vez que a prestação de contas feita por Wellington Damasceno à Secretaria de Educação foi apresentada antes que o atual prefeito o substituísse”. Foi o atual gestor que não fez o envio ao governo federal. Não houve sequer solicitação de prorrogação de prazo.

Palestina: Justiça determina novas eleições

Após meses de indecisão, o futuro político de Palestina começa a ser traçado. O juiz eleitoral do município,
Durval Mendonça Júnior, indeferiu o pedido de registro de candidatura da vice-prefeita eleita Kathiane Medeiros (PMDB), e determinou ainda a realização de uma nova eleição.

A sentença do magistrado foi protocolada dia (09/07/2013), no Cartório da 11ª Zona Eleitoral em Pão de Açúcar, e antecipada com exclusividade para o Jornal Tribuna Independente. A decisão ainda cabe recurso.

Dos fundamentos apresentados para a impugnação de candidatura de Kathiane, o juiz acolheu o da intempestividade. “O pedido de registro de candidatura de Kathiane foi protocolado às 10h29 do dia do pleito e ainda com a documentação incompleta, sem atendimento as exigencias legais”, explicou Durval Mendonça, acrescentando que os documentos que faltaram só foram juntados depois das 17h, após o término da votação.

“Há decisões do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] que permitem a mudança de componentes da chapa majoritária até a véspera do pleito no horário de funcionamento do cartório eleitoral. O cartório encerrou o expediente às 19 do sábado e nenhum pedido de siubstituição foi apresentado”, reforçou o magistrado.
Como Kathiane teve o pedido de registro indeferido, o prefeito eleito José Alberto Barbosa, o Beto (PTdoB), não será diplomado e uma nova eleição deverá ocorrer no município, pois a chapa obteve mais de 50% dos votos válidos, os quais, com a decisão do magistrado, se tornam nulos.

De acordo com Durval Mendonça, em sua decisão, ele pede ao Tribunal Regional Eleitoral em Alagoas (TRE/AL) que providencie toda a normatização para a realização do novo pleito.

Tanto Kathiane quanto Beto disputarão a nova eleição, cujos preparativos devem ocorrer em até 40 dias. “O novo pleito deverá ter as mesmas fases que uma eleição normal, só que com os prazos mais estreitos”, disse o juiz.

Fonte: Tribuna Hoje

O eterno conchavo no Judiciário brasileiro

Que o judiciário brasileiro caminha a passos de tartaruga não é novidade. Ao contrário da Constituição Federal que afirma que todos são iguais perante a lei, e na contramão da grande maioria dos trabalhadores, juízes e desembargadores tem dois recessos de 30 dias/ano, no começo e no meio do ano, e ainda dispõem férias.

Há quem diga que em Alagoas, o judiciário é uma grande família, fato que não é diferente de outros Estados brasileiros.

Para o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), a advogada Marianna Fux, 32 anos, é "respeitada" e "brilhante".

Na avaliação de Ophir Cavalcante, ex-presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o currículo da colega Leticia Mello, 37 anos, "impressiona".

A mesma opinião tem o experiente advogado José Roberto Batocchio: "É uma advogada com intensa militância, integra um grande escritório, com ampla atuação no Rio".

Meses atrás, o mais novo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, exaltou as qualidades de Leticia numa carta enviada a desembargadores do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, com jurisdição no Rio e no Espírito Santo. Em troca, ela prestigiou a posse dele no STF.

As duas advogadas são filhas de ministros do Supremo. Com poucos anos de advocacia, estão em campanha para virar desembargadoras, juízas da segunda instância.

Filha do ministro Luiz Fux, Marianna lidera as apostas para substituir o desembargador Adilson Macabu, que se aposenta no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ)nesta semana.

Se for bem sucedida, ela terá um salário de R$ 25,3 mil e regalias como carro oficial e gabinete com assessores.

Filha do ministro Marco Aurélio Mello, Letícia pode conseguir coisa parecida. Ela foi a mais votada numa lista submetida à presidente Dilma Rousseff para o preenchimento de uma vaga no TRF do Rio.

Leticia é mais experiente do que Marianna. Formou-se em 1997 e trabalha num escritório de prestígio. É considerada no meio jurídico uma advogada promissora, mas que dificilmente chegaria tão cedo a uma lista tríplice se o pai não estivesse no STF.
Em entrevista, Marco Aurélio saiu em defesa da filha: "Se ser novo apresenta algum defeito, o tempo corrige". Ele procurou desembargadores para tratar da indicação da filha, mas nega ter pedido qualquer coisa. "Jamais pedi voto, só telefonei depois que ela os visitou para agradecer a atenção a ela".

No TJ do Rio, há registro de apenas cinco processos em que Leticia atuou. No TRF, onde ela quer ser desembargadora, não há menção. Leticia formou-se no Centro Universitário de Brasília e não tem cursos de pós-graduação.

"Há muitos que têm diversos canudos debaixo do braço e deixam a desejar", diz Marco Aurélio. "É pecado [a indicação]? É justo que nossos filhos tenham que optar por uma vida de monge?"

Leticia e Marianna disputam vagas do chamado quinto constitucional, reservadas a juízes indicados pela OAB.

O ministro Fux foi desembargador do TJ do Rio no início da carreira e conhece quem pode ajudar sua filha. A votação no tribunal deverá ser aberta. Um integrante do TJ diz que isso pode criar constrangimento, se algum ex-colega de Fux quiser se opor à escolha da sua filha.

Marianna formou-se há dez anos pela Universidade Cândido Mendes, no Rio, e seu currículo exibe uma pós-graduação em Teoria das Obrigações e Prática Contratual pela Fundação Getúlio Vargas.

A FGV informou que não se trata de pós-graduação, mas de um curso de extensão universitária de quatro meses. Marianna atuou em apenas seis processos no TJ do Rio: um sobre extravio de bagagem, os demais sobre espólio e dano moral.

Em abril deste ano, o advogado Sérgio Bermudes, que é amigo de Fux e emprega Marianna, organizou uma festa para comemorar o aniversário do ministro. Os desembargadores do TJ foram convidados, mas Fux cancelou o evento após sofrer críticas.

O presidente da OAB do Rio, Felipe Santa Cruz, diz que ainda não foi aberta a lista para a qual Marianna poderá ser indicada. "Não posso me manifestar sobre algo que não existe ainda", afirmou, sem negar a movimentação a favor da advogada.

Leticia Mello tem dois adversários mais experientes na lista submetida a Dilma: os advogados Luiz Henrique Alochio, 43 anos, e Rosane Thomé, 52 anos.

Eles preferem evitar a polêmica. "Espero que seja escolhido o melhor avaliado do ponto de vista da meritocracia", diz Alochio. "Não tenho grandes expectativas. A nomeação é tão sem critério, aleatória", afirma Rosane, que tem 30 anos de advocacia.

Procurada, Leticia disse que não se manifestaria sobre o assunto. Marianna e seu pai não responderam aos pedidos de entrevista da Folha.


Fonte: Folha de São Paulo
Texto: Alagoas na Contra mão/Folha de São Paulo

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Operação da Polícia Civil prende playboys sequestradores - Confira as fotos

A Polícia Civil de Alagoas, por meio da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), deflagrou, na quarta-feira (10/07/2013), a  “Operação Playboy” visando  prender acusados de seqüestros relâmpagos em Maceió.  Três jovens de classe média  foram presos e dois estão foragidos.
De acordo com a Deic, Alexandre Melo, Denis Viana e Zé Neto estão PRESOS. Já Sylvio Bismarck e Edivaldo Polido Lins Neto, que a Polícia acreditava estar foragidos, foram encontrados na terça-feira (09/07/2013) mortos por arma de fogo em um canavial no município de Satuba.
A polícia descobriu que quem matou os dois "foragidos" foi o sargento da PM Joseildo Ferreira Cavalcante, crime encomendado por uma das vítimas.
A diretora da Deic, delegada Ana Luiza Nogueira, disse que a quadrilha é responsável por mais de 10 casos desse tipo de crime em nossa capital.
“As vítimas deles eram geralmente pessoas idosas, que moravam em bairros nobres de Maceió, e se utilizavam de carros de luxo”, frisou a delegada.
A operação foi desencadeada após  investigações realizadas pelos policiais da Deic. “Os acusados objetivavam arrecadar dinheiro para ostentar riqueza”, explicou Ana Luiza.
Ela enfatizou que os envolvidos foram reconhecidos por mais de dez vítimas.
Fonte: Polícia Civil


Assassinado






























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